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05/10/2016

A geração que nada realiza. Será?

Hoje, me deparei com uma postagem bem peculiar, mas que me fez refletir  e entrar em uma discussão filosófica com cada frase da autora. O título artigo até era bonitinho, ‘A triste geração que tudo idealiza, mas nada realiza’, ou alguma coisa assim…

Bom, minha primeira impressão ao começar a ler o artigo foi: A autora estava revoltada com alguma coisa, provavelmente proveniente do Facebook. Coitado do Facebook, tão injustiçado… Resumindo o artigo, se preferir pode lê-lo aqui, a autora faz um dura e revoltada critica à alguns comportamentos da sua (da autora) geração. Embora bem escrita, a postagem, na minha opinião, foi mal construída, ou como a autora prefere:

Postar é tão fácil (e apagar também) que opinamos sobre tudo sem o peso de gastar papel, borracha, tinta ou credibilidade.

Pesquisei um pouco sobre a autora e imagino que ela deva ser da mesma geração dos meus pais, ou uma posterior. Concluí que estas seriam as gerações em questão. As críticas levantadas pela autora são, que a geração dela prefere discutir política no Facebook, que não usa bicicletas para locomoção, que come em fast-food, que compartilha sem ler, que tira self, usa drogas para em festas, que bebe pessimamente, mas diz o contrário, que mostram-se felizes no Instagram… E fim. A postagem é um grande texto de acusação não só à geração da autora. Entretanto, em todas as gerações de usuários de redes sociais, encontramos todos esses exemplos.

Hoje temos diversos exemplos de ideias que estão saindo do papel com imenso sucesso. A quantidade de ideias que não veem a luz do dia é imensa, sim, mas sempre foi assim. O número de possibilidades de ideias tem aumentado rapidamente com a evolução da tecnologia e do acesso à informação. Isso pode piorar a sensação fracassos que a autora descreve.

Ao mesmo tempo, posso dizer que existe muita gente realizando grandes feitos. Nunca antes se pensou tão coletivamente, hoje diversas empresas contam com a boa vontade e desejo de fazer o bem da sociedade. Basta procurar um pouco, iniciativas pequenas como o Moovit ou de grandes corporações o programa de guias local da Google são exemplos de que as pessoas estão engajadas em ajudar-se mutuamente.

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